O ACORDO DE TEERÃ – (1)

                Se é difícil conduzir uma política externa a partir da avaliação de intenções, mais difícil, ainda, será avaliá-la, fazendo por esquecer que “de intenções, não julga o pretor”. Que o digam Chamberlain e Churchill (um, acreditando; outro, desconfiando) depois de Munique.            A questão do Irã, hoje, está sendo […]